Espaço onde vou tentar dar a conhecer as minhas preocupações relativamente ao uso das novas tecnologias na educação.
.posts recentes

. O Plano Tecnológico da Ed...

. Texto interessante para r...

. O programa e.escola e a “...

. O programa e.escola e a “...

. O Governo e a Microsoft.....

. Uma provocação ou um desa...

. Os Professores Titulares....

. As TIC no ensino...mudanç...

. O Moodle e os educadores ...

. Notícias

.arquivos

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

Segunda-feira, 3 de Setembro de 2007
O Plano Tecnológico da Educação

Penso ser interessante a leitura e discussão do Plano Tecnológico da Educação que poderá ser encontrado em:

http://www.escola.gov.pt/

 

Em breve tecerei algumas considerações sobre este plano.

 

 



publicado por ETRAUD às 22:14
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Sábado, 1 de Setembro de 2007
Texto interessante para reflexão

Num dos Fóruns em que participo, um colega teve a boa ideia de nos fazer conhecer o seguinte texto que deixo à vossa consideração para uma reflexão, especialemente para aqueles que depositam nas TIC uma expectativa muito elevada em termos dos seus impactos nos rendimentos escolares dos alunos.

 

http://www.scn.org/commnet/laptops/nytimes.04-05-07.html

é retirado do Jornal norte americano New York Times. Uma das afirmações aí produzidas poderá ser  bem aguçadora da vossa curiosidade. Leiam e digam alguma coisa.

A propósito do programa "one-to-one computing" implementado em várias escolas dos Estados Unidos:

"After seven years, there was literally no evidence it had any impact on student achievement — none"



publicado por ETRAUD às 01:39
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Quinta-feira, 30 de Agosto de 2007
O programa e.escola e a “oferta” de portáteis a reduzido preço.

O programa e.escola e a “oferta” de portáteis a reduzido preço.

(Continuação...)

 

Na sequência do que foi escrito e afirmado no post anterior, vou tratar as duas últimas abordagens:

 

3. Uma abordagem educativa, no sentido das políticas educativas e do sistema educativo nacional.

4. Uma abordagem científica.

Tem sido, desde há alguns anos, desde que Bill Clinton investiu nos EUA cerca de 70 mil milhões de dólares na distribuição de computadores por tudo o que era escola americana que o problema das TIC em termos educativos se coloca com mais veemência.

Acreditou-se ( e ainda se acredita...) que, dadas as características próprias destas tecnologias, (máquinas específicas de tratamento e processamento de informação, com a sua capacidade de permitir o desenvolvimento de processos de comunicação à distância, nomeadamente o uso da Internet), que a sua utilização em ambientes de ensino e aprendizagem poderiam trazer uma mais valia a esse processo e que os alunos podessem, por via da sua utilização aumentar substancialmente os seus rendimentos escolares e que os professores e as escolas pudessem aumentar a sua performance educativa. Por outro lado, a difusão e generalização da sua utilização em quase todas as áreas da actividade humana, veio conferir às escolas a responsabilidade de preparação dos  jovens na utilização destas tecnologias como forma de aceder às mais recentes solicitações do mundo do trabalho.

De um momento para o outro, as escolas inundaram-se de computadores, impressoras , cabos de rede, projectores de vídeo, programas de todo o tipo, ligações à internet. Os cursos de formação nesta área multiplicaram-se por mil e a inclusão desta área nos curricula escolares nos mais deversos níveis de ensino foi fulminante.

Criou-se deste modo uma nova necessidade em termos educativos. Escolas, Professores e Alunos e até os Encarregados de Educação são aconselhados e incentivados a ter um computador e uma ligação à Internet. E os decisores políticos na área da educação ao desenharem os novos figurinos educativos dos tempos modernos incluem num lugar de destaque a existÊncia e o uso destas tecnologias, que na verdade estão a revolucionar o mundo e a forma como os seres humanos se relacionam aos mais diversos níveis.

A escola não poderia de forma alguma ficar de fora deste processo, deste movimento generalizado. As pressões de Professores, Alunos, Enc Educação são fortíssimas.

É neste contexto que os governos sentem a necessidade de promoverem a dotação das escolas de equipamentos TIC  e com a evolução interna dessas tecnologias vão surgindo cada vez mais necessidades como é o caso do desenvolvimento das tecnologias Wi-FI que permitem que os computadores, em especial os portáteis possam estar em permanência ligados à Internet , onde quer que se encontrem.

O programa que actualmente foi posto em execução pelo governo portuguÊs, de forma muito simplificada obviamente, pode-se enquadrar neste contexto. E compreende-se.

O problema que aqui se coloca  remete-nos para a última abordagem, a de natureza científica.

O problema é que as escolas estão inundadas de equipamentos, a posse de TICs está a generalizar-se entre os professores e os alunos. A esmagadora maioria dos profs usam em sala de aula estas TIC, mas...... O RENDIMENTO ESCOLAR DOS ALUNOS PARECE NÃO REAGIR ..... e na maior parte dos casos registam-se até estagnações nos níveis de insucesso ou mesmo agravamentos acentuados.

O problema científico que se coloca é:

Será que as TIC utilizadas em ambientes educativos e de aprendizagem são eficazes do ponto de vista pedagógico? Qual o nível dessa eficácia?

E quanto à eficiência? Será que o custo da utilização a nível generalizado destas tecnologias são justificados pelos ganhos de rendimentos escolares obtidos pelos alunos?

Muitos estudos desenvolvidos, em particular nos EUA , mas também am alguns países europeus e asiáticos, conduzem a respostas muito pouco animadoras. Há que desenvolver mais estudos e apurar as metodologias que permitam avaliar de forma o mais objectiva possível o verdadeir impacto pedagógico da utilização das TIC.

E se a resposta for negativa?

Como irão os governos justificar os investimentos astronómicos que têm realizado um pouco por todo o mundo?

Claro que as companhias que produzem e comercializam estes produtos têm vindo a tentar induzir a ideia que eles são vitais para o processo de ensino e aprendizagem e conduzem a resultados fabulosos. Mas temos que ver isso um pouco à luz da lógica comercial que os anima.....essas apreciações não têm nada de científico......



publicado por ETRAUD às 14:21
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Quarta-feira, 15 de Agosto de 2007
O programa e.escola e a “oferta” de portáteis a reduzido preço.

O programa e.escola e a “oferta” de portáteis a reduzido preço.

 

Nos diversos fóruns que se realizam na net sobre educação, este assunto passou a cativar as atenções de toda a gente.

Por aquilo que tenho lido, parece-me no entanto, que existe uma grande confusão na forma como está a ser analisado e comentado pelos professores.

 

Há pelo menos 4 maneiras de olhar para esta questão:

1. Uma abordagem sociopolítica…

2. Uma abordagem técnica /finaceira

3. Uma abordagem educativa, no sentido das políticas educativas e do sistema educativo nacional.

4. Uma abordagem científica.

 

A primeira abordagem junta aqueles que dão uma maior ênfase à decisão política do governo de colocar à disposição de professores e alunos este programa. Invariavelmente as posições são fortemente críticas mas, na maior parte das vezes, com pouca coerência argumentativa. Não se fica a perceber muito bem qual seria a alternativa a contrapor a esta medida do governo. E por vezes até dá a sensação que muitos preconizariam a atribuição de um portátil topo de gama, fortemente artilhado de software e com ligação wireless ao nível mais elevado possível, de molde a ser compatível com as mais diversas necessidades de utilização por parte dos professores. Curiosamente poucos ou quase nenhuns se referem a este tipo de utilização-----como professores... Penso que para muitos, qualquer que fosse a proposta governamental, esta seria sempre inevitavelmente negativa e rejeitável e injusta e desadequada e…….

 Claro que estas medidas são sempre acompanhadas de um enorme folclore político/partidário que embora se compreenda, não se pode aceitar de forma completa pois estamos num programa destinado à área da educação, destinado aos professores e aos alunos do sistema educativo nacional que não deveriam ser usados para manobras de propaganda partidária.

A segunda abordagem privilegia os aspectos técnicos, características dos equipamentos, software e serviços a disponibilizar, tentando verificar se o modelo de portátil anunciado é suficientemente aceitável para um professor trabalhar em termos educativos, se o software fornecido é o que habitualmente é usado em situações de ensino e aprendizagem e se a banda larga em causa é suficientemente rápida para as necessidades de acesso à internet por parte de um professor. E os aspectos financeiros, tentando verificar se o valores a pagar são aceitáveis ou não para um pacote do tipo do anunciado publicamente. Pretende-se chegar a uma relação preço/qualidade que possa ser considerada razoável para um dos públicos alvo deste programa, os professores.

O portátil oferecido no pacote é um computador de média/baixa qualidade em termos de actualidade tecnológica mas perfeitamente aceitável para a realização das tarefas normais a desenvolver por um professor. Este produto já se encontrará em situação de produção descontinuada (isto é , já não se fabricará) no final do período de fidelização proposto, 3 ano.

O software incluído é bastante bom, - o Windows vista Premium e o Office 2007 que integra o Word, o Excel e o Power Point. Presume-se que outro software da marca será anexado a  este.

O equipamento de banda larga usb é anunciado como sendo uma placa ZTE usb de 3,6. Esta parte é talvez a mais dúbia uma vez que este equipamento podendo ser usado até essa velocidade , será fornecido com a velocidade mínima de 384 Kb que é uma velocidade manifestamente baixa para aceder actualmente à Internet de forma aceitável, pagando o valor de 17,5 euros , menos 5 euros que a taxa oficial da TMN. Fica por esclarecer se é possível depois estabelecer com a TMN outro tipo de contrato para uma velocidade maior. Pagando mais, claro!

Na minha opinião, nesta configuração, será um pacote aceitável para aquele professor que não tem ainda computador e não tem ligação internet em casa e se encontra deslocado de sua casa.  Do ponto de vista finaceiro, compararão um portátil por 150 euros, com uma ligação à net que produzirá uma poupança de 5 euros por mês durante 36 meses, ou seja 180 euros e ainda terão acesso a um conjunto de software genuíno de valor elevado. Pode-se dizer que não é de deitar fora.

Para o que já tem ligação de banda larga de velocidade mais elevada, 4 ou 8 Mb não se justifica a aquisição por esta via deste equipamento. É mais aceitável a compra de um equipamento mais actual   e potente tecnologicamente no comércio da especialidade, recorrendo às diferentes modalidades de crédito disponíveis. Quanto ao software há sempre a possibilidade de recorrer ao "open source" que apresenta actualmente muito boa qualidade de serviço.

É claro que ninguém é obrigado a comprar este pacote que para muitos professores se afigurará aceitável e para muitos outros nada aceitável . Os primeiros provavelmente aderirão, ou outros não. Não há drama nenhum nisso..... 

(continua ….)



publicado por ETRAUD às 01:23
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Terça-feira, 12 de Junho de 2007
O Governo e a Microsoft.....que grande negócio na educação...

A propósito sugiro a leitura do seguinte artigo no Expresso

http://expresso.clix.pt/COMUNIDADE/blogs/cibercidadania/archive/2007/06/12/40007.aspx

 

Na verdade, a forma como este Governo estabeleceu um contrato no âmbito da literacia digital com esta quase monopolista empresa, (que tem muita coisa boa, sem dúvida, também...) é na realidade surpreendente...se só se consegue ser considerado apto em questões de literacia digital se se souber utilizar os programas da Microsoft........uau. Quem até hoje se dedicou a utilizar o software "open source" é "burro" do ponto de vista cibernético...

O mundo deixou de ser a cores , nem tão pouco a preto e brenco já é...passou a ser ou microsoft ou não microsoft, ou windows, ou não windows......

Belo serviço o Estado português está a prestar aos seus cidadãos...

Que grande negócio deve estar por trás disto tudo, com a educação pelo meio......continuamos infelizmente a ser uns "tansos"....



publicado por ETRAUD às 08:13
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Quarta-feira, 30 de Maio de 2007
Uma provocação ou um desafio?
Re: A Internet e a Socialização
por Duarte Vicente - Quarta, 30 Maio 2007, 15:54
 

Este é uma provocação/desafio lançado num forum ca comunidade Moodle sobre a utilização de TIC em educação.....

Fica aqui também este espicaçar especialmente em relação aos mais "fanáticos" das TIC em educação....

Que bom seria ter um feedback.....vamos esperar!

 

 

"Em primeiro lugar peço desculpa de me intrometer na vossa conversa....

Em segundo lugar queria fazer uma provocação...

Não há dúvida que as TIC apresentam potencialidades enormes nos domínios onde elas são rainhas, o processamento de informação e os processos de comunicação.

Mas será que, de repente, o processo de ensino e aprendizagem ficou reduzido ao simples manuseamento dessas tecnologias?

O que é que "de facto" , eu sublinho, "de facto", a utilização dessas tecnologias acrescentou ao rendimento escolar dos nossos alunos?

Alguém já se deu ao trabalho de olhar para esta problemática segundo a perspectiva da eficácia pedagógica e da eficiência educativa?

Conseguiremos ou não atingir os objectivos que a colega enunciou de forma mais eficiente (por eficiente pode entender-se a consecução plena dos objectivos propostos, com o mínimo de recursos e no mais curto espaço de tempo), sem centrar a nossa actividade de docentes  nessas tecnologias?

Qual é no fundo o papel a desempenhar por estas tecnologias no processo de ensino e aprendizagem?

Uma criança é mais criativa a utilizar um quadro interactivo para desenhar e/ou pintar do que se utilizar,  papel, lápis, tinta, etc....ou será ao contrário, e quando não tiver essa tecnologia à mão ela usa o quê?

Quais os recursos utilizados (materiais e humanos) nos dois casos?

No caso das tecnologias, o resultado obtido justifica a utilização desses meios?

Acho que são questões pertinentes e sobre as quais deveríamos reflectir...."



publicado por ETRAUD às 20:04
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Os Professores Titulares.....que grande bagunça...

Lendo a carta enviada pela Plataforma Sindical de Professores referente ao Concurso de Professores Titulares, salta à vista a enorme falta de rigor que os responsáveis governamentais tiveram na elaboração de uma regulamentação , que , se bem feita, poderia de facto ser um contributo muito significativo para a melhoria do desempenho profissional no nosso sistema educativo e para o aumento substancial de qualidade do processo educativo em si.

A legislação agora em vigor, denota, mesmo para os mais afastados destas problemáticas, uma evidente "pressa",  ao mesmo tempo uma enorme "teimosia", no mínimo, e sem dúvida uma incompetência de bradar aos céus, na sua elaboração.

Basta ler-se a carta que referi. Mesmo dando um grande desconto aos argumentos apresentados, uma vez que esta é elaborada por organizações sindicais, há matérias de facto inexplicáveis no seu articulado. Por exemplo: como é possível um professor que não conseguiu ser admitido a professor titular possa vir a ser chamado a constituir parte do juri que irá avaliar as candidaturas dos professores que concorrem a titulares? Como é possível um cidadão de um estado democrático, neste caso um professor, ser penalizado 3 vezes pelo facto de faltar um dia ao seu serviço, no gozo de um direito constitucional, faltar por doença. 

Para mim, que sou professor há 30 anos, que tenho 56 anos de idade, que já passei por todos os cargos que existem numa escola, tudo isto é muito difícil de admitir, de aceitar e o sentimento de revolta e ao mesmo tempo de impotência relativamente aos poderes isntituídos neste país levarme-ia, caso fosse mais novo, a tomar a decisão de abandonar Portugal e ir procurar uma forma de vida mais digna noutro país qualquer......

Triste mas é verdade......



publicado por ETRAUD às 08:47
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Sexta-feira, 25 de Maio de 2007
As TIC no ensino...mudança de modelo...

Disciplina de TIC transferida para 7º e 8º ano do ensino básico

A disciplina de TIC vai ser transferida do ensino secundário para os 7º e 8º anos do ensino básico, no âmbito da nova matrizes para os currículos dos cursos científico-humanísticos, deixando de existir no 10º ano.

O Decreto-Lei hoje aprovado pelo
Conselho de Ministros prevê esta mudança considerando "ser a esse nível que deve ser adquirida a formação essencial nesta área, apostando-se na transversalidade da utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação no nível secundário de educação", diz o comunicado.

O texto indica que as alterações têm aplicação já no próximo ano lectivo para o 10º ano mas não refere quando serão aplicadas aos curriculos do 7º e 8º ano. O Gabinete de Imprensa do Ministério da Educação esclareceu que se pretende que a disciplina de TIC comece no 7º ano de escolaridade já no próximo ano lectivo.

A medida concretiza uma das recomendações do Grupo de Avaliação e Acompanhamento da Implementação da Reforma do Ensino Secundário (GAAIRES) que contrabalança a extinção da disciplina de TIC no 10º ano com o reforço da carga horária do ensino prático e experimental.

No relatório divulgado em Fevereiro este grupo alinhava que a disciplina de TIC deveria ser antecipada no ensino básico "de modo a garantir o desenvolvimento destas aprendizagens ao longo do 3º ciclo do ensino básico". Desta forma pretendia-se que todos os alunos à saída do 9º ano estivessem habilitados a usar as ferramentas TIC no quotidiano e na vida escolar, embora o GAAIRES não excluisse "diversas hipóteses de reforçar o acesso e as aprendizagens nesta área no ensino secundário".


É uma notícia publicada na internet no espaço Tek do Sapo e que deve merecer alguma reflexão.

Na verdade, abstraindo de justificações de natureza mais ou menos corporativista, que sempre se manifestam nesta altura, com uma certa razão de ser, diga-se, parece ser sustentável, do ponto de vista pedagógico, esta decisão.

Também perfilho a ideia que no 10º ano os alunos deverão possuir já um conjunto de competências neste domínio que os habilite a uma utilização de um nível algo superior ao nível básico que já poderá ser requerida quando estes ingressarem no ensino secundário. 

E também aceito a ideia que no secundário esta disciplina se reveste já de um grau de transversalidade, podendo qualquer professor de qualquer disciplina orientar o aluno na sua utilização específica.

Porém, penso que continua a estar em aberto a edificação de uma estrutura de ensino das TIC que obedeça a uma planificação prévia da sua integração curricular ao nível do secundário, nível em que estas tecnologias poderão apresentar alguma eficácia pedagógica, como instrumentos auxiliares potentes dos processos de ensino e de aprendizagem, tanto pelos professores como pelos alunos. 

Continua por construir um plano de formação de professores que dÊ resposta às necessidades impostas pela integração curricular superiormente decidida.

Continua por desenvolver um plano de equipamento e reequipamentos das escolas ancorado nas exigências de natureza curricular, a todos os níveis, desde a preparação de aulas até à utilização da plataforma moodle ou outra qualquer.

Só numa base desta natureza o sistema ganhará alguma coerência, eliminando deste modo as decisões sem sustentação curricular e caminhando no sentido da implementação de níveis de eficiência desejáveis, num país onde os recursos são escassos e portanto onde há a necessidade de tomar boas decisões políticas e económcas.



publicado por ETRAUD às 16:39
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Quinta-feira, 10 de Maio de 2007
O Moodle e os educadores de infância...

Extracto de uma intervenção num fórum do CRIE:

".....

Uma das turmas a que estou a dar formação, como já referi anteriormente, é constituída essencialmente por educadores de infância e por professores do 1º ciclo, muitos com turmas do 1º ano do 1º ciclo.

Esta situação está a tornar-se difícil uma vez que não se consegue encontrar uma forma útil e eficaz de utilizar o moodle nestes níveis educativos. E ainda por cima, estamos a ser confrontados com situações muito preocupantes, que nos fazem pensar muito sobre a forma como todo este processo está a ser conduzido e implementado. Temos verificado que os computadores clocados nas escolas do 1º ciclo e jardins de infância, pelas câmaras municipais, não foram sequer configurados para garantir uma protecção de segurança no que respeita ao acesso a páginas consideradas restritas a adultos por conterem sexo explícito ou não, violência , pedofilia e outras situações.

São-nos contadas histórias de alunos do 1º ciclo encontrados nos computadores da sua escola a consultarem livremente o "youtube"......(caso concreto)...

Por outro lado, torna-se quase evidente, que a forma de utilização destes equipamentos e softwares nestes níveis de ensino previligiam muito mais as componentes multimédia, em particular as imagens e sons. É assim habitual haver o interese de colocar fotografias de crianças na net....

Como pode ser isto possível?

Pensamos que, no que respeita à instalação e utilização dos computadores nestes níveis de ensino, deveria ser precedida de uma análise profunda, por especialistas em educação e especialistas em segurança digital, de molde a produzir um sistema de configuração desse tipo de computadores que inviabilizasse a sua utilização abusiva pelas crianças, permitindo contudo o uso normal aos docentes. Além disso, seria muito vantajosa e necessária a criação de um manual de boas práticas que elucidasse os docentes sobre os melhores e mais correctos comportamentos a ter nos diferentes casos críticos possíveis de lhes aparecerem.

Assim, estamos a orientar os nossos formandos destes níveis de ensino para a utilização de softwares que, sem recurso à internet, possam ir ao encontro das suas necessidades educativas, suportadas em tecnologias deste tipo.

Ao mesmo tempo estamos a ensinar as bases do moodle para que estes o possam utilizar, não como suporte da sua prática lectiva em sala de aula ou à distância , mas para outras finalidades mais dirigidas à comunicação entre colegas, a estruturação de serviços, etc...

Resumindo, é deveras preocupante que toda esta "onda" de moodle não contemple aspectos essenciais e básicos na manipulação destas tecnologias pelas crianças mais jovens tanto no plano físico, (lesões oculares, disfuncionaliadade física, incorreção de posturas, etc...) como no plano educativo (restrição do acesso a páginas de conteúdos condenáveis...)...

Os nossos professores e formadores não estão devidamente alertados para isto.... "



publicado por ETRAUD às 09:27
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Domingo, 6 de Maio de 2007
Notícias

Acaba de sair o mais recente número da revista Interactive Educational Multimedia, desta feita dedicado às questões do ensino e aprendizagem da Matemática com TIC. Faça-lhe uma visita!

Retirado do blog http://www.aprendercom.info/miragem/



publicado por ETRAUD às 18:44
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

.mais sobre mim
.pesquisar neste blog
 
.Setembro 2007
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
10
11
12
13
14
15

16
17
18
19
20
21
22

23
24
25
26
27
28
29

30


.links
blogs SAPO
.subscrever feeds